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Sistema de Gestão de Terceiros: como escolher?

Sistema de Gestão de Terceiros: como escolher?

tablet que mostra a gestão de terceiros

Descubra como escolher um sistema de gestão de terceiros focado em conformidade legal e redução de passivos trabalhistas. Proteja sua operação

By:

Vitória Willemann

Quais são as melhores plataformas para a gestão de terceiros no Brasil? A resposta depende das necessidades reais da sua operação. 

Para a gestão de uma empresa, escolher a plataforma errada vai muito além de um simples erro de software: é uma decisão que atrai passivos trabalhistas, multas e perda de controle sobre os trabalhadores que operam sob a responsabilidade da sua marca. 

No Brasil, o risco operacional é ampliado por regras muito rígidas. A responsabilidade subsidiária prevista na Lei 13.429/2017 estabelece que a empresa tomadora responde pelas dívidas trabalhistas da prestadora caso esta falhe em suas obrigações — podendo chegar à responsabilização solidária, conforme a Súmula 331 do TST. 

Para estruturar essa proteção, listamos neste artigo os critérios práticos para comparar e escolher um sistema de gestão de terceiros capaz de proteger a sua operação antes mesmo da assinatura do contrato. 


Os critérios que definem um bom sistema de gestão de terceiros 

Muitas empresas iniciam a busca por um software olhando apenas para o nome do fornecedor. O problema dessa abordagem é acabar contratando um sistema rígido, que não se adapta ao dia a dia da operação.  

Ao avaliar um sistema de gestão de terceiros, exija as seguintes funcionalidades: 


1. Conformidade estrita com as NRs e legislação trabalhista 

Uma plataforma que não foi construída para a realidade brasileira cria mais trabalho manual para o seu time. O alinhamento com as Normas Regulamentadoras é inegociável.  

Além disso, o cenário atual exige que todos os eventos de saúde e segurança sejam sustentados por registros digitais e rastreáveis. Um software que atua apenas como um repositório de arquivos não atende às exigências das auditorias. 


2. Funcionamento offline e cobertura em campo 

Obras, plantas industriais e operações remotas frequentemente sofrem com a falta de internet. Uma plataforma que trava sem conexão não funciona onde os riscos realmente acontecem. 

O aplicativo com modo offline e sincronização na nuvem não é apenas um detalhe opcional: é um requisito técnico obrigatório para qualquer operação que envolva a gestão de inspeções de segurança e a liberação de Permissões de Trabalho no campo. Se o aplicativo não funciona sem internet, a sua operação pode parar. 


3. Verificação documental automatizada (IA) 

Gestão documental real não é ter uma pasta de PDFs na rede. É contar com a coleta organizada, a validação inteligente de vencimentos, alertas de irregularidades e, principalmente, o bloqueio automático de acesso às catracas para trabalhadores pendentes. 

O sistema precisa ler o conteúdo documental e validar o status daquele prestador de serviços com precisão. Ferramentas modernas utilizam Inteligência Artificial para reduzir em até 30% o tempo da equipe na conferência de documentos de fornecedores. 


4. Previsibilidade de custos (Sem cobrança por usuário) 

Um modelo de cobrança muito comum no mercado de softwares é a cobrança por licença de acesso (usuário logado). Esse formato penaliza a governança: cada novo técnico de segurança da sua equipe, gestor de Compras ou fornecedor que precisa entrar no sistema para inserir dados encarece a sua fatura mensal. 

O ideal é optar por plataformas que ofereçam usuários de acesso ilimitados, atrelando a precificação apenas ao volume real da sua operação (número de terceiros gerenciados) ou aos módulos contratados. Assim, você integra toda a sua cadeia de parceiros e diferentes departamentos internos na mesma plataforma, garantindo colaboração total sem surpresas no orçamento no fim do mês. 


O perigo das soluções genéricas para gestão de terceiros 

Muitas empresas tentam adaptar sistemas genéricos de RH para controlar seus prestadores de serviços. O resultado quase sempre envolve customizações caras e demoradas. 

Um sistema de gestão de terceiros focado nativamente em Saúde, Segurança e Meio Ambiente (SSMA) entrega soluções prontas, como: 


  • Fluxos de aprovação em várias etapas para atividades de risco; 


  • Gestão rastreável de EPIs integrados à biometria; 


  • Controle de treinamentos que bloqueia o acesso em caso de vencimento; 


  • Checklists de auditorias com abertura de ações corretivas; 


 GAP Sistemas: uma escolha para a Gestão de Terceiros 

A GAP Sistemas foi criada há mais de 15 anos com foco exclusivo em resolver as dores operacionais e de segurança das indústrias brasileiras. 

Ao optar pela nossa tecnologia, a sua empresa conta com diferenciais práticos: 


  • Automação com Inteligência Artificial: Validação rápida de documentos, eliminando atrasos nas áreas de Compras e Segurança. 


  • Modelo Financeiro Escalável: Plataforma sem a cobrança extra por limite de usuários. 


  • Mobilidade Real: Aplicativo focado na operação de campo, com funcionamento offline para inspeções e permissões de trabalho. 


  • Gestão Integrada: Um único ambiente para controlar fornecedores, EPIs, treinamentos e auditorias. 


Com mais de 300 empresas atendidas e mais de 300 mil terceiros na base, a GAP oferece a segurança necessária para operações que encaram a conformidade de forma séria. 



Perguntas Frequentes sobre Gestão de Terceiros (FAQ) 


O que avaliar ao contratar um sistema de gestão de terceiros?  

Os principais pontos de avaliação são: aderência total à legislação trabalhista e Normas Regulamentadoras, capacidade de funcionar offline no aplicativo para áreas remotas, automação na validação de documentos e um modelo de cobrança que não fique mais caro a cada novo usuário cadastrado. 


Qual a diferença entre um repositório na nuvem e um software de gestão de terceiros? 

Um repositório apenas armazena arquivos. Um software especializado atua de forma ativa: cruza as validades dos atestados, envia alertas de vencimento e pode ser integrado às catracas físicas para bloquear a entrada de trabalhadores irregulares na empresa. 


Como a tecnologia previne o passivo trabalhista na terceirização?  

Por meio da rastreabilidade. Em casos de fiscalizações ou processos judiciais (como a Súmula 331), a empresa contratante precisa provar que fiscalizou o terceiro. O sistema guarda todo o histórico de certidões, comprovantes de pagamento e atestados ocupacionais para provar que a empresa cumpriu seu papel. 


 

Cada mês operando parceiros por meio de planilhas e e-mails é um mês em que o risco jurídico cresce em silêncio. Para as empresas que buscam resolver o problema de verdade, a escolha da plataforma deve ser criteriosa. 

Não transfira a gestão do seu risco para ferramentas amadoras.  

Fale com um dos especialistas da GAP Sistemas, agende uma demonstração e veja na prática como simplificar a sua operação, reduzindo custos e garantindo conformidade. 


 

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(11) 93768 - 3600

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Nicomendes Alves dos Santos Ave, 3600 - Room 326 - Morada da Colina, Uberlândia, MG

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contact@sistemasgap.com.br

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