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    O PGRS é um bom negócio para sua empresa e para todo mundo

    O Plano de Gerenciamento de Resíduos Sólidos é um documento que identifica o tipo e a quantidade de resíduos sólidos gerados e quais as práticas ambientalmente corretas adotadas pelas empresas para a segregação, coleta, armazenamento, transporte, reciclagem, destinação e disposição final. Todos as empresas geradoras de resíduos previstas na Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS) são obrigadas a elaborarem o PGRS.

    Plano de gerenciamento de resíduos sólidos

     

    Exigência e Estratégia

     

    Mais do que atender uma exigência legal, a adoção do PGRS é vista como uma importante ação estratégica, afinal quem preza pela responsabilidade socioambiental terá o PGRS como uma ferramenta para agregar em sustentabilidade. E isso se torna uma vantagem competitiva frente a um mercado cada vez mais ciente e exigente do cumprimento das leis ambientais, e diante de uma sociedade consciente e atuante para a proteção dos ecossistemas.

     

    Também pode ser fonte direta de receita. Com a aplicação do PGRS é possível descobrir quais resíduos podem ser reaproveitados ou vendidos, ao invés de serem apenas descartados.

     

     

    Para quem o PGRS é obrigatório?

     

    De acordo com a Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), o Plano de Gerenciamento de Resíduos Sólidos deve ser elaborado e aplicado por empresas e instituições que produzem:

     

    Resíduos dos serviços públicos de saneamento básico;

     

    Resíduos industriais: aplicável a toda e qualquer indústria no país;

     

    Resíduos de serviços de saúde: além de hospitais, postos de saúde, consultórios e clínicas, também se enquadra nesta categoria a indústria farmacêutica;

     

    Resíduos de mineração.

     

    Além dos específicos acima, qualquer empreendimento que gere resíduos perigosos ou em uma quantidade/volume superior ao definido como resíduo domiciliar precisa apresentar o PGRS.

     

     

    O que o PGRS deve apresentar?

     

    O Plano de Gerenciamento de Resíduos Sólidos deve ser elaborado por um responsável técnico, devidamente registrado no Conselho Profissional, que será responsável por desenvolver e implementar o PGRS seguindo as especificidades de cada tipo de atividade.

     

    Em linhas gerais, o PGRS deve ter:

    A descrição do empreendimento ou atividade;

     

    Diagnóstico de resíduos sólidos gerados (origem, volume e caracterização);

     

    Explicitação dos responsáveis de cada etapa do gerenciamento de resíduos sólidos;

     

    Procedimentos operacionais relativos ao gerenciamento de resíduos;

     

    Plano de ações preventivas e corretivas: especificando o controle e minimização de danos envolvendo gerenciamento incorreto ou acidentes;

     

    Metas e procedimentos de minimização de geração de resíduos, como os programas de redução na fonte, reutilização e reciclagem;

     

    Ações relativas à responsabilidade compartilhada pelo ciclo de vida de produtos;

     

    Revisão periódica.

     

     

    A Fiscalização do PGRS

     

    O PGRS deve ser apresentado anualmente ao órgão municipal competente, ao órgão licenciador do SISNAMA (Sistema Nacional do Meio Ambiente) e às demais autoridades competentes. E estes ficarão responsáveis para repassar ao SINIR (Sistema Nacional de Informação sobre a Geração dos Resíduos Sólidos) as informações prestadas no PGRS.

     

    O PGRS pode ser um requisito importante para a emissão de alvarás de atividades, inclusive é parte do licenciamento ambiental e da renovação da licença de operação e, serve de base para a decisão dos órgãos licenciadores.

     

     

    A manutenção de equipamentos é importante para os bons resultados do PGRS

     

    A boa gestão de máquinas e equipamentos é essencial para se garantir a produtividade do negócio e a segurança dos colaboradores, mas também faz a diferença na gestão de resíduos sólidos, pois o bom funcionamento de máquinas e equipamentos ajuda a combater o desperdício de matéria-prima, diminuindo a produção de resíduos sólidos.

     

    A GAP Sistemas desenvolveu uma solução tecnológica que qualifica a gestão de equipamentos: o GEEQUIP – Gestão de Equipamentos de Emergência, software que auxilia e facilita o trabalho de inspeção e manutenção de máquinas e equipamentos como extintores, hidrantes; luminárias de emergência; kits de primeiros Socorros, equipamentos de medições e outros.

     

    GEEQUIP apresenta o histórico de todas as inspeções e manutenções de equipamentos, calendário para gestão e controle das inspeções e baixo custo de investimento. Tecnologia que proporciona maior rastreabilidade, confiabilidade e segurança.

     

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