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    Carbono Neutro: um caminho para a sustentabilidade

    Em novembro de 2021, a 26ª Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas (COP-26) reuniu quase 200 países para intensas negociações focadas no meio ambiente. No final da COP-26 foi assinado um acordo que busca cumprir a meta de limitar o aquecimento global a 1,5°C. O mesmo documento defende a necessidade de “acelerar” a transição energética para fontes limpas, pedindo para que os países reduzam subsídios na produção de combustíveis fósseis e o uso de carvão.

     

    O texto estabelece a necessidade de redução global das emissões de dióxido de carbono em 45% até 2030 e de neutralidade de liberação de CO2 até 2050 – quando emissões serão reduzidas ao máximo e as restantes são totalmente compensadas por reflorestamento e tecnologias de captura de carbono da atmosfera.

     

    A preocupação com a mudança climática em 2022 também surgiu com destaque no tradicional Relatório de Riscos Globais do Fórum Econômico Mundial. Não é à toa que existe a previsão de ondas de calor extremo a cada dois anos até 2030, em quase todos os países.

     

    Uma das principais ações incentivadas em todo o globo para conter a crise climática é o Programa Carbono Neutro, iniciativa para reduzir ou compensar a quantidade de carbono emitido pelas empresas. Esta prática se tornou uma tendência entre organizações que assumem a responsabilidade ambiental como um de seus valores.

     

    O funcionamento do Programa Carbono Neutro varia de acordo com as características de cada negócio. Leve em conta que estamos falando de um problema de dimensões globais e que exige cooperação entre pessoas e empresas em todos os países; mesmo assim, cada negócio tem suas particularidades, e a estratégia deve considerá-las.

     

    Para ser uma empresa Carbono Neutro, é preciso calcular o total das emissões de gases causadores do efeito estufa, responsáveis pelo aquecimento global, em toda a sua cadeia de produção, desde a extração da matéria-prima utilizada nos produtos, passando pela produção e distribuição, até o descarte pós-consumo dos mesmos. Com esse cálculo em mãos, a empresa deve adotar medidas para reduzir ao máximo a sua emissão, como a implementação de fontes de energia limpas e renováveis – a energia solar é um bom exemplo -, ou compensar o que ainda não é possível de ser evitado. A compensação pode ser feita através da recuperação de florestas e com a adoção de tecnologias para extrair dióxido de carbono da atmosfera.

     

     

    O bom negócio dos créditos de carbono

     

    O crédito de carbono é uma unidade de medida criada para calcular o valor equivalente à emissão de uma tonelada de dióxido de carbono. Assim, criou-se um sistema de comércio para a redução dos gases do efeito estufa: a empresa calcula o volume emitido — por ela ou terceiros — e compra o equivalente em créditos. O valor é usado para fomentar iniciativas de preservação ambiental e compensação das emissões.

     

    Existem empresas que emitem grandes quantidades de gases de efeito estufa (GEE) e existem companhias que, a partir de medidas de redução de emissões de carbono, como ações de reflorestamento e conservação de ecossistemas, por exemplo, emitem menos poluentes e podem chegar até mesmo a retirar gases da atmosfera. O comércio de créditos estabelece justamente a possibilidade da compra de excedentes daqueles países ou empresas que tenham implementado medidas de redução de carbono e que, portanto, têm créditos sobrando.

     

    Por exemplo, se um país evitou a emissão de 1 milhão de toneladas de gás carbônico, esse país agora tem 1 milhão de créditos de carbono que podem ser transformados em títulos e negociados com outras nações, empresas ou pessoas físicas. O mercado de créditos de carbono foi sugerido pelo Protocolo de Kyoto, em 1997, porque introduz um custo monetário para a prática de poluir o ar, e, em teoria, faz com que as emissões de GEE sejam encaradas como práticas pouco interessantes do ponto de vista dos negócios.

     

    Os preços de cada crédito (ou tonelada) de carbono variam entre US$ 1 e US$ 137, e a estimativa é de que os valores se multipliquem de 10 a 15 vezes até 2030. De acordo com um relatório divulgado pela consultoria financeira Refinitiv, o mercado de créditos de carbono aumentou 20% em 2020 e chegou a movimentar US$ 227 bilhões. Já são 4 anos de aumentos recordes consecutivos.

     

     

    Necessidade e oportunidade

     

    Implementar o Programa Carbono Neutro numa empresa é como unir o útil ao agradável. Ao mesmo tempo em que este investimento se traduz em benefícios para o meio ambiente, a empresa tem a oportunidade entrar e lucrar no mercado de créditos de carbono, sem contar que práticas de sustentabilidade fortalecem a imagem do negócio diante de seus clientes.

     

    A GAP Sistemas pode ajudar sua empresa nesta missão por meio de duas soluções tecnológicas. A primeira é o GEEQUIP – Gestão de Equipamentos de Emergência, sistema focado no controle de equipamentos de segurança. Recurso que facilita o planejamento de inspeções, manutenções e o acompanhamento da vida útil de ferramentas, máquinas e equipamentos. Afinal, o bom funcionamento destes itens é importante para a eficiência da produção e para tornar menor o impacto das atividades realizadas sobre o meio ambiente.

     

    A outra solução foca no aspecto humano. GEDOC é um sistema para gestão e monitoramento de treinamentos. Ação importante para o sucesso do Programa Carbono Neutro, considerando que a formação de colaboradores é essencial para que compreendam e atendam às políticas ambientais da empresa.

    Conheça as soluções GAP na prática. Clique aqui e solicite uma demonstração.

     

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